[Aviso: o website da segunda fase do Diálogo Florestal para a Mata Atlântica 2008-2010 está em construção. Navegue aqui entre as atividades e resultados da primeira fase e volte em breve para saber sobre o andamento da segunda fase.]
Em outubro de 2003, trinta representantes de organizações conservacioistas, de empresas do setor florestal e de universidades e centros de pesquisa encontraram-se em Santa Cruz Cabrália, Bahia, para discutir temas relacionados ao uso dos recursos florestais e conservação da biodiversidade. Este encontro foi convocado pelo The Forests Dialogue, uma série de fóruns internacionais que reúne os diversos setores da sociedade envolvidos em questões-chave para a gestão florestal sustentável.
O sucesso deste evento, que teve como tema central Florestas e Biodiversidade, inspirou três organizações conservacionistas - Instituto BioAtlântica (IBio), The Nature Conservancy (TNC), Conservação Internacional (CI-Brasil) - e três empresas do setor de papel e celulose – Rigesa/MeadWestvaco, Suzano Papel e Celulose e Veracel Celulose – a proporem uma continuidade deste Diálogo, com foco na Mata Atlântica brasileira. Deste modo, surgiu o Diálogo Florestal para a Mata Atlântica, com a aprovação e o apoio do comitê gestor do The Forests Dialogue internacional.
A primeira etapa do Diálogo Florestal para a Mata Atlântica ocorre no triênio 2005 – 2007, com a realização de 4 encontros.
Objetivo
Construir uma visão comum entre empresas e ambientalistas, para a promoção de ações efetivas em prol da conservação da biodiversidade associadas às operações de produção florestal. Ampliar a escala dos esforços e gerar benefícios tangíveis, tanto para os participantes do Diálogo quanto para a sociedade em geral.
Recursos
IBio, TNC, CI, Rigesa/MeadWestvaco, Suzano, Veracel e demais empresas participantes.
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