Registros: 74
Visualizados:1 a 10
Usiminas abre espaço para ‘Ribeirão do Boi’ na exposição do projeto Xerimbabo

Rio de Janeiro, 2 de julho de 2009
O IBio está participando do XXV ‘Projeto Xerimbabo: Em Busca de um Mundo Sustentável’, promovido pela Usiminas em Ipatinga (MG), mesma região do projeto ‘Ribeirão do Boi’. O ‘Ribeirão do Boi’, executado pelo IBio desde 2005, tem o apoio da Usiminas, da Cenibra, da The Nature Conservancy (TNC) e da Conservação Internacional (CI).

A exposição de educação ambiental deve receber, até 30 de agosto, cerca de 150 mil pessoas, entre estudantes, professores, representantes de prefeituras e interessados da comunidade. Neste 25° ano, o projeto deve atingir a marca de 2 milhões de visitantes.

Em um dos quiosques, é possível ver como vai ser o processo de transformação da sub-bacia do Ribeirão do Boi com o projeto do IBio, que visa a adequação ambiental de propriedades rurais e a recuperação das matas ciliares, e com isso, melhorar a vazão hídrica do rio. De modo interativo, os visitantes podem construir em uma maquete uma bacia mais sustentável, colocando florestas, limpando os rios, adequando a produção agropecuária, e assim, aprender o que deve ser feito para recuperar o Ribeirão do Boi.  

“É uma oportunidade muito grande para o nosso projeto mostrar a que veio a para onde pretende ir”, contou Aline Tristão, coordenadora do programa Bacia do Rio Doce do IBio.

Na abertura do evento, foram premiados o educador, a escola e os estudantes que se inscreveram e apresentaram trabalhos, redações e desenhos sobre a busca da sustentabilidade.

Inaugurado no dia 5 de junho, o dia Mundial do Meio Ambiente, o evento está montado no Centro de Biodiversidade da Usipa (Cebus). A mostra inclui nove quiosques em uma trilha cercada pela floresta, entre o Zoológico e a Estação Xerimbabo. Nesse espaço, esculturas, pinturas, painéis e maquetes criativas mostram o passado, o presente e o futuro do planeta em uma discussão sobre o mundo sustentável.

Além da exposição que acontecerá entre os meses de junho e agosto, o Projeto Xerimbabo contará com outras ações de educação ambiental que se estenderão ao longo do ano.
 

Avançam trabalhos do 'Caminhos da Sustentabilidade'

Rio de Janeiro, 18 de junho de 2009
A equipe técnica do IBio e parceiros estiveram no assentamento rural São José da Boa Morte, em Cachoeiras de Macacu (RJ), para iniciar as atividades de definição das áreas onde serão implantados sistemas agroflorestais (SAF) previstos no projeto 'Caminhos da Sustentabilidade'.

Nesta fase, estão sendo visitadas as propriedades selecionadas pelo projeto, que contempla inicialmente 12 agricultores familiares. Na etapa, serão decididas, conjuntamente com os agricultores, as características dos SAF e as espécies que serão cultivadas.

O trabalho segue por todo o mês de junho, sendo finalizado com uma reunião em que serão apresentados desenhos propostos para os consórcios de SAF nas propriedades dos agricultores.

Com os consórcios de SAF, os agricultores locais poderão experimentar um modelo de produção mais sustentável, reduzindo o uso de agrotóxicos às margens da baía de Guanabara, na região metropolitana do Rio de Janeiro, e favorecendo a conservação da biodiversidade local.

O 'Caminhos da Sustentabilidade' é um projeto do Instituto BioAtlântica, financiado pelo Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA), com a parceria da Embrapa Agrobiologia e do Instituto de Desenvolvimento e Ação Comunitária (IDACO).
 

Estado do Rio de Janeiro apresenta o mais completo mapeamento de sua biodiversidade

Rio de Janeiro, 27 de maio de 2009
Pesquisadores da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) e do Instituto Biomas, em parceria com a Embrapa, o CEPERJ e o Instituto BioAtlântica, com apoio da Conservação Internacional, da Faperj e da Petrobras, lançaram hoje, no Jardim Botânico, o livro "Estratégias e ações de conservação da biodiversidade no Estado do Rio de Janeiro".

O livro é resultado de quatro anos de intenso trabalho e tem como propósito contribuir para reverter o quadro de degradação da Mata Atlântica no Estado do Rio de Janeiro, de forma a preservar sua biodiversidade. Sua elaboração envolveu mais de 100 pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento de múltiplas instituições.

Com os resultados, pretende-se fornecer informações e propostas de ação para subsidiar as políticas para a conservação, a disseminação das informações e o suporte para o planejamento do uso da terra e a proteção dos remanescentes florestais e da biodiversidade do Estado do Rio de Janeiro.

Parte das informações publicadas no livro, como, por exemplo, os indicadores de implantação de unidades de conservação, de governança municipal e de valor de conservação, estarão em breve disponíveis também no sistema GeoAtlântica.

Desenvolvido pelo Instituto BioAtlântica, o sistema permitirá o cruzamento de informações socioambientais com dados sobre infra-estrutura, socioeconomia e atividades produtivas, com a finalidade de apoiar a tomada de decisão, priorizando a conservação dos recursos naturiais, e disseminar conhecimento entre todos os setores da sociedade.

(Com informações do Instituto Biomas)
 

Realizado sexto encontro do FFF

Rio de Janeiro, 26 de maio de 2009
Os participantes do sexto encontro do Fórum Florestal Fluminense aprofundaram a discussão sobre um programa estadual de adequação ambiental de propriedades rurais. A reunião, ocorrida na sede da Associação Comercial e Industrial de Nova Friburgo, região Serrana no Rio de Janeiro contou a participação de cerca de 30 pessoas, entre representantes de organizações ambientalistas, do estado e de prefeituras, além de proprietários rurais e empresas do setor de base florestal.

Mesmo com o avanço nas discussões e com a minuta de regulamentação da silvicultura pronta, muitos participantes ainda têm dúvidas sobre a legislação em vigor. Proprietários rurais locais, que buscavam informações sobre as regras de produção florestal, não conseguiram ter esclarecidos todos os pontos da lei. Além disso, os grupos formados no fórum também apontaram dúvidas a respeito do andamento dos trabalhos do Zoneamento Ecológico Econômico (ZEE) do estado.

Para sanar essas dúvidas, o fórum pretende dialogar com a Secretaria de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento do estado, a fim de entender que requisitos ambientais e econômicos são necessários para o financiamento das propriedades rurais do setor e, assim, propor novas diretrizes para adequação ambiental.

Articulado pelo Instituto BioAtlântica, pela Associação Profissional dos Engenheiros Florestais do Estado do Rio de Janeiro (APEFERJ), pela FIRJAN, pelo Elo Rio de Janeiro da Rede de ONGs da Mata Atlântica e pela Aracruz Celulose,sob a supervisão do Conselho de Coordenação do Diálogo Florestal para a Mata Atlântica e o Pampa, o Fórum Florestal Fluminense volta a se reunir 26 de agosto na cidade do Rio de Janeiro. Mais informações em www.bioatlantica.org.br.
 

Você pode ajudar a salvar as florestas de Minas Gerais

Rio de Janeiro, 15 de maio de 2009
Vamos salvar nossas florestas! Esse é o lema da campanha lançada, nesta quinta-feira, 14, pela Amda, Associação Mineira de Defesa do Ambiente, com o apoio de autoridades, pesquisadores e diversas entidades ambientalistas, entre elas, Instituto Hóu, Sociedade Amigos do Tabuleiro, Fundação Biodiversitas, Instituto Bioatlântica e Conservação Internacional, por mudanças na Lei Estadual 14.309/02, que dispõe sobre as políticas florestal e de proteção à biodiversidade no Estado.

A referida lei permite utilização de até 100% de carvão vegetal fabricado com florestas nativas para suprimento de empresas siderúrgicas, principalmente ferro gusa. O Projeto de Lei (PL) 2771/08, de autoria do governador, alterado por substitutivo do deputado Fábio Avelar, fixa esse percentual em 15%, a partir de sua promulgação, e em 5% a partir de 2018. Prevê também, entre outros, proibição do desmatamento nas áreas consideradas prioritárias para preservação da biodiversidade, com exceção dos casos de utilidade pública ou interesse social e monitoramento eletrônico das cargas de carvão vegetal.

Aprovado pela Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, o PL está agora na Comissão de Fiscalização Orçamentária, tendo sido nomeado para relator, o Dep. Jairo Lessa. Na semana passada, a reunião que tornaria público seu parecer e deliberaria sobre o mesmo foi suspensa por falta de quórum. As entidades ambientalistas estão preocupadas com o fato, pois Jairo Lessa é dono de empresa de ferro gusa e ligado ao setor ruralista. A assessoria do deputado informou que o texto está sendo criteriosamente estudado, pois a pressão estaria “vindo de todos os lados”.

Segundo as entidades participantes, a Campanha pelas Mudanças na Lei Florestal Mineira, lançada por meio eletrônico, pretende conseguir apoio da sociedade para aprovação do substitutivo, indo de encontro a possíveis pressões ruralistas para que continue sendo legitimado o desmatamento no Estado.

Para a superintendente executiva da Amda, Maria Dalce Ricas, o Estado não tem mais estoque para suportar desmatamentos, sob pena de danos irreversíveis à sua biodiversidade.  "O Estado divulga que Minas possui ainda 33% de cobertura vegetal nativa. Mas nesse total estão incluídos campos de altitude, banhados e outras formações não florestais. O percentual de Cerrado, Cerradão, Mata Seca e Mata Atlântica, com valor ambiental, deve ser muito baixo. E é justamente para eles que se dirige a cobiça das empresas consumidoras. Com 70% do território mineiro já desmatado, não podemos também aceitar argumentos arcaicos do setor ruralista de que, se o desmatamento não continuar, a produção agropecuária será prejudicada".

Para participar da campanha, o internauta deve acessar o site da Amda (www.amda.org.br), clicar no banner principal e preencher seus dados, para que envie mensagem de apoio ao substitutivo do PL 2771/08, com manifestação contrária a qualquer alteração que favoreça o desmatamento no Estado de Minas, além de dizer aos parlamentares que, nas próximas eleições, seu voto será dado àqueles que atuam em prol da conciliação entre atividades econômicas e respeito efetivo ao meio ambiente. A mensagem será enviada diretamente ao governador Aécio Neves, secretário de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, José Carlos Carvalho, presidente da Assembléia Legislativa, deputado Alberto Pinto Coelho, presidente da Comissão de Meio Ambiente, deputado Fábio Avelar e demais lideranças da ALMG.
 

Participantes do DFMAP lançam nota conjunta sobre viabilidade do Código Florestal

Rio de Janeiro, 15 de maio de 2009
As organizações participantes do Diálogo Florestal para a Mata Atlântica e o Pampa, do qual o IBio faz parte, divulgaram hoje uma nota conjunta em que reafirmam a viabilidade de aplicação prática da legislação ambiental brasileira, em especial do Código Florestal.

A manifestação chega no momento em que existem 18 projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional para flexibilização das leis ambientais, em prejuízo das áreas de vegetação natural, dos serviços ambientais e das comunidades tradicionais e rurais.

Leia na íntegra o documento clicando no link abaixo.

Criado em 2005, o Diálogo Florestal tem como objetivo manter e consolidar um espaço de diálogo pró-ativo e gerar resultados concretos para a conservação dos recursos naturais. Além disso, o Diálogo pretende de contribuir para a melhoria da qualidade de vida e propor a adoção de políticas públicas que favoreçam a proteção e a sustentabilidade dos recursos naturais.

Atualmente, além de um fórum nacional, o DFMAP é composto por sete fóruns regionais que levam a campo a experiência do diálogo e facilitam a aplicação prática dos debates sobre sustentabilidade e produção florestal. São os seguintes os fóruns regionais do DFMAP: Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo e Bahia.
 
Clique aqui para baixar o documento.

Clientes Coelba podem ajudar a construir o Corredor Monte Pascoal – Pau Brasil

Salvador, 8 de maio de 2009
A Coelba – Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia apresentou ontem (7/5), em Salvador, o programa Energia Verde, uma iniciativa inédita de combate ao aquecimento global. O programa visa conscientizar os clientes da empresa sobre o impacto do consumo de energia nas mudanças climáticas, incentivando-os a trocarem seus aparelhos por outros que consumam menos eletricidade, se beneficiando de doações que venham a fazer projetos de restauração da Mata Atlântica, que retiram carbono da atmosfera.

Por meio de uma parceria com o Instituto BioAtlântica, que representa um grupo de oito organizações ambientalistas e comunitárias atuantes no Extremo Sul da Bahia, o Energia Verde facilitará a realização de doações dos clientes da companhia baiana para a formação do Corredor Monte Pascoal – Pau Brasil, projeto de restauração florestal entre dois dos mais importantes parques nacionais do país.

Para Beto Mesquita, engenheiro florestal e diretor do Instituto BioAtlântica, iniciativas como o Energia Verde “são fundamentais para chamar a atenção da sociedade sobre a importância de mudarmos nossos hábitos de consumo se quisermos colaborar com a redução dos problemas decorrentes do aquecimento global”. Ainda de acordo com o diretor do IBio, a iniciativa da Coelba servirá de “exemplo para que outras empresas do setor estimulem seus clientes a reduzir seu consumo de energia e colaborem com projetos que retiram carbono da atmosfera ao mesmo tempo que geram oportunidades de trabalho e renda para comunidades rurais”.

A campanha do Energia Verde vai incentivar os consumidores a fazer doações de acordo com seu consumo de energia: 5 reais para quem consome de 100 a 200 kw/h/mês, 7 reais para quem consome de 200 a 400 kw/h/mês e 10 reais para quem consome acima de 400 kw/h/mês.

Os recursos serão investidos na implantação e manutenção de corredores ecológicos entre os dois parques, fortalecendo a promissora cadeia produtiva da restauração florestal que as organizações parceiras vêm fomentando na região, com apoio de outras empresas, órgãos públicos e proprietários rurais.

A empresa estima a adesão de 3 mil clientes nesta primeira etapa da campanha, que terá spots de rádio, filmes para TV, anúncios em revistas e jornais, nas contas de energia elétrica dos clientes e um corpo a corpo em dois grandes shopping centers de Salvador. Com contratos individuais de dois anos de duração, o Energia Verde deve arrecadar cerca de 500 mil reais para as ações de reflorestamento, montante suficiente para o plantio de aproximadamente 50 hectares ou cerca de 80 mil árvores, que formarão uma floresta suficiente para retirar da atmosfera 14 mil toneladas de carbono.

Se você reside em Salvador ou Lauro de Freitas e está interessado em participar dessa iniciativa, acesse o site do projeto www.coelba.com.br/energiaverde

Corredor Monte Pascoal – Pau Brasil

Os parques nacionais do Monte Pascoal e do Pau Brasil estão localizados na região Extremo Sul da Bahia, nos municípios de Porto Seguro, Itabela e Itamaraju. Em linha reta, cerca de 40 quilômetros separam as duas unidades de conservação.

Como ilhas de floresta cercadas de terras degradadas por todos os lados, as duas unidades de conservação são os maiores fragmentos de Mata Atlântica dessa região. São importantes para o equilíbrio climático, mas também preservam uma biodiversidade singular, com diversas espécies ameaçadas de extinção e endêmicas, ou seja, que têm em suas matas o único local onde sobrevivem na natureza.

Além do IBio, compõem a parceria para a formação do corredor as organizações parceiras Conservação Internacional, The Nature Conservancy, Instituto Cidade, Naturezabela, Associação Comunitária Beneficente de Nova Caraíva (Ascbenc), Anassociação dos Nativos de Caraíva (Anac) e Cooperativa dos Reflorestadores de Mata Atlântica do Extremo Sul da Bahia (Cooplantar).
 

ATENÇÃO! Prorrogado prazo para envio de propostas para capacitação de comunidades e elaboração de plano de negócios em ecoturismo na Baía da Ilha Grande
Rio de Janeiro, 7 de maio de 2009

Foi prorrogado para o dia 18 de maio o prazo para resposta ao edital de seleção de serviço de consultoria para realização de cursos de capacitação e elaboração de plano de negócios para estabelecimento de iniciativa de ecoturismo de base comunitária envolvendo as comunidades de pesca artesanal na baía da Ilha Grande, litoral sul do estado do Rio de Janeiro.

A contratação é parte do projeto Mares da Ilha Grande.

Os interessados devem apresentar experiência comprovada na capacitação de comunidades e na elaboração de planos de negócios em temas relacionados diretamente a ecoturismo de base comunitária.

Detalhes dos processos de seleção estão disponíveis no arquivo do edital prorrogado. Clique no link abaixo para baixar o edital.

O projeto Mares da Ilha Grande é uma iniciativa do Instituto BioAtlântica, financiada com recursos do Fundo de Defesa de Direitos Difusos do Ministério da Justiça. O projeto pretende fomentar o engajamento e a participação das comunidades pesqueiras tradicionais na co-gestão dos recursos pesqueiros, considerando ainda alternativas de geração de renda e inclusão social.

NOVO PRAZO PARA ENTREGA DOS ENVELOPES DE HABILITAÇÃO E PROPOSTAS: Até dia 18/05/2009.

ABERTURA DOS ENVELOPES DE HABILITAÇÃO E PROPOSTAS: Dia 18/05/2009, às 10h30.

 
Clique aqui para baixar o arquivo do edital prorrogado em PDF (145 kb)

IBio é reconduzido à secretaria executiva do Mosaico Central Fluminense

Rio de Janeiro, 04 de maio de 2009
Os conselheiros do Mosaico Mata Atlântica Central Fluminense reconduziram o IBio à secretaria executiva do Conselho Consultivo do mosaico, que reúne representantes de 20 unidades de conservação de todas as categorias, além de instituições de pesquisas e comitês de bacia.
 

IBio contrata para o projeto Mares da Ilha Grande

Rio de Janeiro, 24 de abril de 2009
O Instituto BioAtlântica lançou um edital de seleção de serviço de consultoria para realização de cursos de capacitação e elaboração de plano de negócios para estabelecimento de iniciativa de ecoturismo de base comunitária envolvendo as comunidades de pesca artesanal na baía da Ilha Grande, litoral sul do estado do Rio de Janeiro. A contratação é parte do projeto Mares da Ilha Grande.

Os interessados devem apresentar experiência comprovada na capacitação de comunidades e na elaboração de planos de negócios em temas relacionados diretamente a ecoturismo de base comunitária.
 

Navegação