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Empresários e ambientalistas buscam consenso sobre setor de base florestal no Rio de Janeiro

Rio de Janeiro, 9 de outubro de 2008

Foi realizado hoje o segundo encontro do Fórum Florestal Fluminense, um dos sete fóruns regionais do Diálogo Florestal para a Mata Atlântica e o Pampa. No evento, na sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), foram detalhados desafios e oportunidades relacionadas ao cumprimento da legislação ambiental e ao licenciamento da atividade florestal no estado.


Entre as frentes de trabalho a serem estabelecidas pelo fórum está a elaboração de uma proposta para modificação do nível tecnológico dos documentos exigidos pelo poder público para regularização ambiental das propriedades rurais. Devido aos altos custos dos serviços de mapeamento e georreferenciamento, muitos produtores rurais não estariam tendo condições financeiras de atender à legislação vigente no estado.


Segundo os participantes do fórum, o baixo índice de averbação de reservas legais, não apenas no Rio de Janeiro, mas em todo o Brasil, está relacionado também à falta de infra-estrutura e de pessoal do poder público para realização dos procedimentos exigidos pela legislação. As lacunas estariam mantendo desprotegidas áreas de remanescentes florestais importantes para a conservação da biodiversidade da Mata Atlântica.


Entre outras medidas a serem tomadas, o fórum também pretende propor o estabelecimento de convênios entre os órgãos de governo e prefeituras, sindicatos e a própria Firjan para agilização de procedimentos simplificados já existentes.


O Fórum Florestal Fluminense volta a se reunir em meados de novembro, em data ainda a ser confirmada. Os participantes esperam poder contar com a presença da equipe multidisciplinar que está elaborando o zoneamento econômico-ecológico do estado para discutir a inserção das zonas aptas à silvicultura e as indicadas para conservação da biodiversidade.


Para informações sobre a próxima reunião do Fórum Florestal Fluminense, visite o site do Diálogo Florestal (www.dialogoflorestal.org.br). No endereço, também estará disponível em breve o relatório do segundo encontro.


O Fórum Florestal Fluminense é organizado em parceria entre o Instituto BioAtlântica, a Associação Profissional dos Engenheiros Florestais do Estado do Rio de Janeiro (Apeferj), o Elo Rio de Janeiro da Rede de ONGs da Mata Atlântica e a Firjan.

 

Boletins do 8º Congresso Interamericano de Conservação em Terras Privadas

Rio de Janeiro, 3 de outubro de 2008

Para visualizar os boletins informativos do 8º Congresso Interamericano de Conservação em Terras Privadas, clique no link correspondente, abaixo.


O Congresso ocorre em dezembro, no Rio de Janeiro.


Português
Edição # 1
Edição # 2


Espanhol
Edición # 1
Edición # 2


Visite www.congressoconservacaoprivada.org ou www.congresoconservacionprivada.org

 

Leia o relatório multimídia do primeiro encontro do Fórum Florestal Fluminense

Rio de Janeiro, 29 de setembro de 2008

O primeiro encontro do Fórum Florestal Fluminense, um dos sete espaços regionais do Diálogo Florestal para a Mata Atlântica e o Pampa, foi organizado pelo Instituto BioAtlântica, pela Associação Profissional dos Engenheiros Florestais do Estado do Rio de Janeiro (Apeferj), pelo Elo Rio de Janeiro da Rede de ONGs da Mata Atlântica e pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan).


Para visualizar o relatório multimídia do primeiro encontro, clique aqui.


Para saber mais sobre o Diálogo Florestal, acesse
www.dialogoflorestal.org.br.


O Fórum Florestal Fluminense volta a se reunir no próximo dia 9 de outubro, na Firjan.

 

Prorrogado prazo para envio de artigos para o VIII Congresso Interamericano de Conservação em Terras Privadas

Rio de Janeiro, 29 de setembro de 2008

O prazo para envio de artigos para a mostra “Conservação em Terras Privadas nas Américas” foi prorrogado para 30 de outubro. A mostra ocorrerá concomitantemente ao Congresso. Para obter informações sobre o Congresso, temas e formatos dos resumos expandidos e dos pôsteres, acesse www.congressoconservacaoprivada.org/artigos.

 

Diálogo Florestal recebe prêmio

Rio de Janeiro, 29 de setembro de 2008

O bem-sucedido Diálogo Florestal, que tem como protagonistas indústrias de celulose e papel, madeireiras, associações de reflorestamento e algumas das principais ONGs que atuam no Brasil, foi vencedor do Prêmio Expressão de Ecologia na categoria Ação Ambiental. Em sua 15º edição, o evento premia grandes iniciativas de gestão ecológica no sul do país. Durante esses quinze anos, já receberam mais de 1.208 inscrições. O Prêmio divide-se em várias categorias, entre elas “Ação Ambiental”, no qual o Diálogo Florestal recebeu o primeiro lugar.


O Diálogo Florestal começou em um Fórum Internacional, no âmbito da ONU, e em 2003, ganhou sua versão para a Mata Atlântica, e posteriormente, Pampa. A idéia surgiu da necessidade de construir uma visão comum entre empresas e organizações conservacionistas para a promoção de ações efetivas destinadas à conservação da biodiversidade.


Para o triênio 2008/2010 estão previstos Fóruns Regionais para as áreas selecionadas como prioritárias. Em 2008, já foram realizados 5 Fóruns Regionais: do Rio Grande do Sul, de São Paulo, do Rio de Janeiro (15 de agosto), da Bahia e do Paraná e Santa Catarina.


A The Nature Conservancy (TNC) ajudou a instituir o Diálogo Florestal no Brasil em parceria com o Instituto BioAtlântica (IBio), Conservação Internacional (CI) e as empresas do setor florestal Rigesa/MeadWestvaco, Suzano Papel e Celulose e Veracel Celulose. No Fórum Nacional, contou com a presença de representantes de 10 empresas e 16 organizações ambientalistas, além de duas instituições de representação e duas de pesquisa.


Para mais informações, acesse:


Prêmio Expressão de Ecologia www.expressao.com.br/ecologia


Diálogo Florestal: www.dialogoflorestal.org.br


Produzido pela Assessoria de Comunicação da TNC (Claudia Picone)

 

Estágio em comunicação na sede do IBio, no Rio de Janeiro

Rio de Janeiro, 25 de setembro de 2008
O Instituto BioAtlântica oferece estágio na área de Comunicação. Prefere-se estudante de jornalismo ou relações públicas com interesse pelas questões socioambientais. Desejável que resida e estude nas proximidades de Botafogo, com disponibilidade para viagens, com conhecimentos em assessoria de imprensa e em captação de imagens (foto e vídeo).

Oferece-se remuneração compatível com a função e a carga horária de 20 horas semanais.

Enviar currículo, um parágrafo justificando sua contratação (até 500 caracteres com espaço) e um parágrafo sobre o Instituto BioAtlântica e a restauração florestal (até 500 caracteres com espaço) para comunicacao@bioatlantica.org.br, com o assunto ‘CV Estágio’ até 10 de outubro.
 

Boletim #1 do 8º Congresso Interamericano de Conservação em Terras Privadas

Rio de Janeiro, 24 de setembro de 2008
Para visualizar a primeira edição do boletim informativo do 8º Congresso Interamericano de Conservação em Terras Privadas, clique aqui.

Ou clique aqui para visualizar a versão em espanhol do boletim.

O Congresso ocorre em dezembro, no Rio de Janeiro.
 

Conheça o Canal IBio

Rio de Janeiro, 16 de setembrro de 2008

Agora você pode assistir a vídeos de eventos e projetos do Instituto BioAtlântica. O Canal IBio é destinado a parceiros e pessoas interessadas em conhecer a dinâmica dos eventos e os resultados dos projetos desenvolvidos pelo instituto.

Em formato simples, com vídeos curtos, objetivos, informativos e ilustrativos, o canal já apresenta trechos do Fórum Florestal Fluminense - um dos sete espaços de debate regionais do Diálogo Florestal para a Mata Atlântica e o Pampa -, e da oficina para desenvolvimento dos planos setoriais do plano de manejo da área de proteção ambiental da bacia do rio Macacu (RJ).

Para visitar o Canal IBio, clique aqui.

 

Especialistas se reúnem para arredondar plano de manejo de APA

Rio de Janeiro, 8 de setembro de 2008
Cerca de 30 especialistas, representando instituições parceiras e convidadas, participaram da oficina de elaboração dos planos setoriais da Área de Proteção Ambiental (APA) da Bacia do Rio Macacu, localizada a leste da baía de Guanabara, no estado do Rio de Janeiro. No encontro, realizado semana passada (3) na sede do Instituto BioAtlântica (IBio), no Rio, foi apresentado o conteúdo preliminar do plano de manejo da APA, incluindo os diagnósticos de fauna, flora, histórico da ocupação humana e zoneamento agroecológico da bacia.

Os especialistas fizeram recomendações sobre conservação, práticas sustentáveis e uso público na bacia hidrográfica, partir de suas experiências na região e nos temas identificados como prioritários pela equipe do IBio na fase de diagnóstico do plano de manejo. O material construído coletivamente será transformado nos planos setoriais que comporão o plano de manejo da APA, cuja elaboração está prevista para ser concluída em meados de outubro.



“A oficina nos trouxe um olhar diferente sobre a região, pois tivemos acesso a muitas informações sobre as iniciativas em andamento na APA, suas necessidades e potencialidades”, diz Danielle dos Santos Sanfins, engenheira agrônoma residente do Instituto de Desenvolvimento e Ação Comunitária (Idaco). Para Danielle, o principal resultado do encontro foi a percepção da necessidade de realizar o planejamento integrado das práticas sustentáveis, incluindo a valoração e comercialização de produtos, a recomposição florestal, o saneamento e a recuperação ambiental.

Auxiliar técnico da Embrapa Agrobiologia, Rodolfo de Abreu destacou a troca de informações sobre a utilização de espécies bioindicadoras, como o jequitibá, por exemplo, para monitoramento da qualidade ambiental da região. O técnico também frisou a importância do estabelecimento de um programa de controle de espécies invasoras, entre as quais o bagre africano e a jaqueira, e, em paralelo, o estímulo ao uso de espécies nativas que possam substituir as exóticas em suas funções ecológicas e econômicas. “Precisamos trabalhar para localizar uma leguminosa nativa que seja eficiente para recuperação de solo utilizado pela agricultura”, conta Rodolfo.

Luiz Américo de Araújo Vargas, coordenador de projetos socioambientais da superintendência de Educação Ambiental da Secretaria de Estado do Ambiente, vê o plano de manejo como uma oportunidade para recomendação do desenvolvimento de um programa de educação ambiental que contemple características culturais e sociais da região. Segundo o coordenador, o programa deve prever, inclusive, atividades de educação ambiental para adeptos de religiões que realizam cultos e práticas religiosas em áreas naturais, utilizando florestas, trilhas, rios e cachoeiras como espaços sagrados. “Nossa tarefa é mobilizar as lideranças religiosas locais e colocá-las em contato com a chefia da APA para estimular sua incorporação no conselho gestor da área”, antecipa Luiz Américo.

Segundo Gabriela Viana, coordenadora do Instituto BioAtlântica para o Corredor Serra do Mar, o evento teve um resultado imediato por si só, já que esta foi a primeira oportunidade de encontro entre técnicos que trabalham em diversas iniciativas na região. “Queríamos ouvir pessoas que trabalham com esses temas, mas que não necessariamente tivessem participado do processo de elaboração do plano de manejo até aqui”, comenta. “Foi um momento de reflexão para, ante os diagnósticos que o plano de manejo proporcionou, recomendarmos os planos setoriais adequados às características socioambientais dessa unidade de conservação de uso sustentável”, complementa.

O plano de manejo da APA da Bacia do Rio Macacu está sendo elaborado pelo Instituto BioAtlântica, no âmbito do Projeto Entre Serras & Águas, com o financiamento do Subprograma Projetos Demonstrativos (PDA), da Secretaria de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do Ministério do Meio Ambiente (MMA). O resultado do trabalho será oferecido ao Instituto Estadual de Florestas do Rio de Janeiro, órgão gestor da unidade de conservação. Além dos diagnósticos, ao longo de 30 meses, foram realizados mais de 20 reuniões com as comunidades locais e apresentações em outros fóruns de debate.

Veja abaixo a lista de instituições representadas na oficina:
Instituto BioAtlântica
Instituto de Desenvolvimento e Ação Comunitária (Idaco)
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Universidade Federal do Rio de Janeiro - Laboratório de Vertebrados
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro - Projeto Replanta Macacu
Fundação Oswaldo Cruz
Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Embrapa Solos
Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater)
Embrapa Agrobiologia
Secretarias Municipais de Turismo e Meio Ambiente e de Agricultura de Cachoeiras de Macacu
Instituto Estadual de Florestas
Secretaria de Estado do Ambiente - Superintendência de Biodiversidade - Parques Fluviais e Superintendência de Educação Ambiental


 

Apresente seu artigo no VIII Congresso Interamericano de Conservação em Terras Privadas

Rio de Janeiro, 02 de setembro de 2008

O VIII Congresso Interamericano de Conservação em Terras Privadas está aberto para a apresentação de artigos técnico-científicos sobre iniciativas conservacionistas em áreas particulares. O evento, que acontece no Rio de Janeiro, de 10 a 12 de dezembro, pela primeira vez no Brasil, é o mais importante espaço para a troca de experiências sobre conservação privada no continente. Em 10 anos, o evento já percorreu cinco países (Costa Rica, com três edições, Equador, Chile, México e Colômbia).


Os interessados têm até 30 de setembro para o envio de material. Detalhes sobre temas e formatos podem ser obtidos em http://www.congressoconservacaoprivada.org/

 

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